sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

O Tio Robinson (1870-71, 1991)

 
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Sinopse:

O enredo trata de uma família de americanos, o Sr. a Srª. Clifton e os quatro filhos, que regressam aos EUA a bordo do Vankouver. Em pleno Oceano Pacifico, uma parte dos tripulantes se amotina e assume o comando do navio. A vista de uma ilha bem próxima inclina o chefe dos conjurados à clemência para com a mulher e os quatro filhos. São colocados numa chalupa, que é alcançada a nado por Flip, o corajoso marinheiro do Vankouver que escapa dos amotinados. O pai fica preso a bordo e só consegue fugir muito tempo depois à ilha onde estão sua mulher, os filhos e aquele que eles já chamam de Tio Robinson. Aventuras de uma família num ambiente hostil, iram descobrir um mundo novo e além de tudo iram exercitar sua sobrevivência.

4 comentários:

Erickson disse...

Eeste livro foi o melhor livro que ja li,o jeito que o autor conta faz com que voce participe da historia,sem comentarios este livro e tudo de bom !!!!!!

Anónimo disse...

Foi o primeiro livro que me prendeu a le-lo. Muito bem mesmo!
Mas acredito que nao tenha final... nao é possivel q acabe da maneira que acabou.

ssstato@ig.com.br --> se alguem quiser me responder.

valew

Carlos Patrício disse...

Verne deixou não só esse, mas vários outros livros "inacabados" ( na verdade, são esboços, argumentos, redações preliminares e estudos que o velho punha tudo em papel, para ruminar melhor as idéias até encontrar o momento certo para publicar a história definitiva ).
Alguns desses livros póstumos foram terminados por seu filho Michel que, em alguns casos, modificou totalmente o espírito da obra "para melhor adaptá-la aos novos tempos" ( o início do sec. XX ), numa atitude desrespeitosa e até blasfema.
Assim, amigo, minha opinião é a de que a obra deve ser deixada a mais parecida com o original, e que seu desfecho ( caso não exista ) seja feito por cada uma das pessoas que a estiver lendo naquele momento. Um abraço.

Anónimo disse...

Caro Carlos,

Obrigado por me responder a uma antiga duvida, nao tinha procurado uma resposta ate entao. Concordo com vc sobre a "má" interferencia na obra. E acredito sim que nesses casos o final cabe a imaginação de cada leitor.

Um abraço do Anonimo acima, Eustáquio.

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