quarta-feira, 13 de junho de 2012

Augusto Cury encara o Holocausto com J. Verne

O psiquiatra e escritor best-seller brasileiro Augusto Cury disseca os horrores da Segunda Guerra Mundial e, por meio de uma ficção histórica, apresenta uma análise profunda da mente humana. Em 'O colecionador de lágrimas – Holocausto Nunca Mais' (Editora Planeta, 376 pp., R$ 36,90), que chega às livrarias do país neste mês de junho, Cury se supera com uma história viva sobre a grande História.

O protagonista da trama é Júlio Verne, um professor universitário especialista em Segunda Guerra Mundial e no nazismo, começa a ter pesadelos arrebatadores seguidos de uma insônia implacável.

Nesses sonhos, Verne sente como se acompanhasse de perto as atrocidades ocorridas durante a ascensão de Adolf Hitler ao poder, na Europa das décadas de 1930 e 1940. E, apesar de ser judeu, em seus sonhos não só ele, mas toda a sociedade alemã, são vítimas dos horrores do nazismo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

J. Verne volta a estar na moda

Uma viagem fantástica repleta de ricos detalhes foi o ponto de partida para a criação da coleção de verão 2013 da Têca, grife de Helô Rocha. A viagem inspiradora em questão é a da história de Júlio Verne: “A Volta ao Mundo em 80 dias”.

De acordo com a Harper’s Bazaar, as referências desse tema vêm em estampas que contêm bússolas, relógios e outros elementos do livro, que aparecem em modelagens comportadas com um toque sexy. Na cartela de cores, tons pastel em amarelo e verde-água, além do laranja e do preto. A Têca desfila no último dia do SPFW (16/06) às 15h30 (Brasil).


Fonte: Todaela.uol.com.br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Morreu um filho de Verne


Morreu o último dos gigantes. 

Depois de Robert A. Heinlein, Isaac Asimov e Arthur C. Clarke, o último dos Quatro Fantásticos  do século XX nos deixou. 

Raymond Douglas Bradbury se definia como "filho de Jules Verne e Mary Shelley, sobrinho de Edgar Allan Poe, primo de H.G.Wells e irmão de Flash Gordon e Buck Rogers". Muitos puristas da sci-fi torciam o nariz para sua "veia poética", sua literatura de denúncia, sua preocupação humanista, seu pouco rigor científico. Mas era o que eu mais gostava nele
. Em As Crônicas Marcianas  ele criticou duramente a exploração de um povo sobre o outro (as naves espaciais terranas, invasoras do até então intocado paraíso marciano, eram "nuvens de gafanhotos prateados", que lindo), o racismo e o preconceito, o perigo da colonização (os marcianos morreram dizimados por uma doença infecciosa - lembra alguma coisa? Astecas, maias, incas?). Em Fahrenheit 451, um governo autoritário proibia os livros, as relações interpessoais, a vida inteligente. 

Apesar desse "hermetismo", e ao mesmo tempo, Ray Bradbury conseguiu ser um dos mais populares dos "gigantes" porque escreveu para TV (I Sing the Body Electric foi escolhida por Rod Serling para celebrar o centésimo episódio da mítica The Twilight Zone ), quadrinhos (claro, a EC Comics, de Bill Gaines) e cinema - sabiam que é dele o roteiro do über clássico Moby Dick  dirigido por John Huston, em 1956 com Gregory Peck? Por essas e (muitas) outras, o velho dizia: "Não sou uma pessoa séria e não gosto de pessoas sérias. Não me vejo como um filósofo ou algo assim. Filósofos são terrivelmente chatos. Meu objetivo é divertir, entreter a mim e a meus leitores". 
 
Estou relendo As Crônicas Marcianas  nesse fim de semana, em homenagem ao velho Bradbury. Ele alcançou seu objetivo.

Abraços a todos.

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