domingo, 27 de Julho de 2014

Morreu o verniano Ronaldo Rogério de Freitas Mourão




Considerado o mais importante nome da Astronomia no Brasil, Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, de 79 anos, morreu na noite desta sexta-feira no Hospital Quinta D'Or, em Copacabana, Rio de Janeiro, onde estava internado há uma semana.

O cientista sofrera um derrame e morreu de complicações respiratórias após apresentar um quadro de pneumonia. O astrônomo também sofria do Mal de Parkinson.

Dentre seus principais trabalhos estão estudos sobre as estrelas duplas, asteroides e cometas. Nascido em 25 de maio de 1935, no Rio de Janeiro, Mourão escreveu seus primeiros artigos na revista Ciência Popular em 1952. Em julho de 1967, foi doutorado pela Universidade de Paris.

Publicou mais de uma centena de artigos de pesquisa em revistas internacionais especializadas em Astronomia e mais de mil ensaios em livros, revistas e jornais. É autor de quase 100 livros.

 Em 16 de março de 1999, tomou posse na Academia Luso-Brasileira de Letras, na cadeira n.º 38, que tem como patrono Gregório de Matos. Em junho desse ano também foi eleito membro da Academia Brasileira de Filosofia, na cadeira n.º 41, que tem como patrono Roberto Marinho de Azevedo. Em 23 de outubro de 2001, tomou posse na Academia Brasileira de Literatura, na cadeira n.º 16, que tem como patrono Fagundes Varela. Um semana depois, tomou posse na Academia Carioca de Letras, na cadeira nº 14, que tem como patrono Pedro II.


Em maio de 1980 descobriu um asteroide, então batizado de 2590, que depois ganhou o nome de Mourão, em sua homenagem.

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão nunca escondeu a inspiração de Verne e suas obras para sua carreira como astrônomo e escritor. Inúmeros artigos e ensaios sobre o autor são de sua autoria, nos quais Mourão revela-se um verdadeiro verniano, tal a profundidade e complexidade de seus estudos e conhecimentos sobre o tema.

Destacamos apenas três escritos do gênio recentemente falecido. O primeiro, publicado no Portal do Astrônomo, de Portugal; o segundo, sobre a influência que a obra de Verne sempre exerceu sobre cientistas de todos os gêneros, foi publicado em sua própria página na Internet. Já o terceiro é um completíssimo e impressionante trabalho - publicado em 2005 - sobre os cem anos da morte de Verne.

Descanse em Paz, amigo.

http://www.portaldoastronomo.org/tema.php?id=23

http://www.ronaldomourao.com/jornal/NewsClip/DefaultNewsShow.asp

http://ihgrgs.org.br/Contribuicoes/centenario_morte_julio_verne.htm

segunda-feira, 23 de Junho de 2014

'As Aventuras do Capitão Nemo: O Navio Fantasma' pela Editora NEMO

Eu, Will Sideralman, sou um grande fã dos escritos de J. Verne e como autor de quadrinhos sempre acalentei a vontade de desenhar algo da obra desse grande escritor e visionário.

Em 2011, surgiu no Brasil a Editora Nemo, selo de quadrinhos do Grupo Autêntica, com um nome tão sugestivo e simbólico era de se esperar que em algum momento o famoso personagem verniano fosse o mote de algum projeto.

Demorou um pouco até, um ano depois foi lançada a adaptação do clássico 20.000 Léguas Submarinas. Confesso que fiquei surpreso mas muito feliz em participar deste trabalho, foi uma baita responsabilidade.

Verter os escritos de Verne para os quadrinhos ficou a cargo do João Marcos, grande amigo e um quadrinista experiente com trabalhos reconhecidos e muito apreciados, trabalhar com ele foi gratificante. Porém não parou por aí.

Em 2013, o Capitão Nemo volta em duas novas aventuras, desta vez inéditas. Dois álbuns com As Aventuras do Capitão Nemo. O primeiro, Profundezas, com roteiro de Daniel Esteves, amigão e parceiro em outros trabalhos, mostra o Náutilus avariado e preso ao fundo do mar. Nemo, ajudado por Yumalay, personagem criado exclusivamente para esta aventura, tem que livrar o submarino da sua prisão aquática ao mesmo tempo que precisam lidar com um motim a bordo da embarcação. Na segunda aventura, O Navio Fantasma!, os tripulantes do poderoso submarino se deparam com uma lenda dos Sete Mares, nada mais nada menos que o Holandês Voador. Superstição e ciência permeiam esta história, desta vez com roteiro de outro baita amigo, o talentoso Lillo Parra.

Desenhar as três HQs me fez muito contente e também acabou me deixando bem íntimo do personagem, quase como se fosse uma criação minha, agora é esperar para ver o desempenho dos álbuns, quem sabe podemos ter uma nova aventura do misterioso capitão e seu extraordinário submarino.

sábado, 21 de Junho de 2014

'A volta ao mundo em 80 dias' agora em cordel

A Editora Nova Alexandria (Brasil) acaba de lançar mais um clássico, vertido para o formato popular do cordel, depois de Viagem ao Centro da Terra. Agora é a vez de A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, de Júlio Verne, em versão de Pedro Monteiro.

A versão foi publicada na coleção Clássicos em Cordel; o autor é Pedro Monteiro, com apresentação de Marco Haurélio, o coordenador da coleção desde 2007 e as ilustrações em xilogravura são de Marcio Lopes.




Leia, a seguir, as estrofes de abertura:
Da obra de Júlio Verne
Serei fiel ao roteiro,
Nos passos de Fileas Fogg
O notável cavalheiro,
Reescrevendo a história
Deste grande aventureiro.
Contarei sua façanha
Narrada aqui em cordel.
Assim, pretendo fazer
O meu relato fiel,
Esperando que ele tenha
Um relevante papel.


Fonte: Vermelho.org.br

segunda-feira, 16 de Junho de 2014

«Capitão Nemo» pode ganhar filme com os criadores de Smallville

Enquanto não sai do papel a versão da Disney para «20.000 Léguas Submarinas», a Sony Pictures está a comprar aos criadores de Smallville, Al Gough e Miles Millar, um argumento envolvendo o Capitão Nemo. 

 
 

Segundo o Hollywood Reporter, Captain Nemo oferece um novo olhar sobre o comandante do submarino Nautilus, presente em várias histórias do escritor Júlio Verne, principalmente em «20.000 Léguas Submarinas».

Joe Roth e Palak Patel, produtores de «Maléfica», supervisionam o projecto na Sony.

Fonte: Diário Digital

sexta-feira, 13 de Junho de 2014

Trezentos livros de J. Verne leiloados por 277.000€

Cerca de trezentos volumes das "Viagens Extraordinárias" de Júlio Verne foram leiloados esta quinta-feira na França por 277 mil euros, notificou a casa de leilões parisiense Artcurial.

Trata-se de livros impressos durante a vida do escritor pelo editor seu amigo Pierre-Jule Hetzel. Este ano, a França comemora o 200º aniversário do nascimento de Hetzel, pioneiro na ediçao de livros ilustrados, destinados para todos os leitores.

Vários lotes foram leiloados por preços que superaram significativamente a estimativa inicial. Assim, um exemplar de "A Ilha Misteriosa" foi vendido por 14,5 mil euros, enquanto seu valor inicial era de 1,5-1,8 mil euros. O romance "Hector Servadac" com uma capa rara atingiu um valor ainda maior – o livro foi comprado por 17,7 mil euros.

O lucro total obtido com o leilão superou duas vezes as expectativas dos organizadores do evento. Além disso, foram leiloados 96% dos lotes.

Fonte: Rádio Voz da Rússia

quinta-feira, 22 de Maio de 2014

Há 130 anos J. Verne voltou a Portugal

No dia 22 de Maio de 1884, há precisamente 130 anos, Verne volta a Portugal, depois de nos ter visitado em 1878, num cruzeiro que o levaria a Roma onde foi recebido pelo papa Leão XIII. Desta vez, em resultado de uma avaria no motor, o Saint-Michel III demora-se em Vigo e chega a Lisboa às 15h depois de ter passado pelo Cabo da Roca e pelo forte São Julião da Barra, onde registou no diário as suas observações.


Saint-Michel III

Já em terra, alugando um veículo e pago 1000 reis, deslocou-se ao consulado, onde tratou com Sr. Salva (cônsul), de assuntos referentes à sua viagem. Voltou ao seu iate, por voltas das 18.30 horas, onde jantou. Após, aproveitou para visitar a Corveta-Couraçada “Vasco da Gama” (antes da reconversão para cruzador em 1900) e o Transportador “África” lá atracados. Voltou ao seu iate para pernoitar.

No dia seguinte, levantou-se às 5.30 devido à grande agitação no porto. Partiam, para navegar a montante, pequenos barcos com grandes e inclinados mastros e altas velas.
Aproveitou a manhã para percorrer as largas ruas de Lisboa e visitar a praça Dom Pedro IV (Rossio), como também David Corazzi no seu escritório. Agora na companhia de Corazzi, foi à “Loja do Pinto” e comprou 4 toneladas de carvão e 50 litros de óleo para o seu Saint Michel.

Em seguida, dirigiram-se aos correios onde se encontrava uma carta de Honorine, sua mulher.
Voltaram a bordo do iate às 13h para almoçar lagosta e às 14h decidiram ir visitar o amigo e banqueiro Jorge O’Neill a sua casa. Conversaram e contaram histórias durante algumas horas.
Ao final da tarde, e por convite de David Corazzi, aproveitou para se encontrar de novo com Manuel Pinheiro Chagas (na altura Ministro e Secretário de Estado da Marinha) e com os escritores Salomão Saragga e Ramalho Ortigão. Este encontro foi no Hotel Braganza, no nº45 da Rua Vítor Cordon (antiga Rua do Ferragial de Cima), em Lisboa, célebre por ser também um ponto de encontro do grupo "Os Vencidos da Vida".

Hotel Braganza, no nº45 da Rua Vítor Cordon, que tive o prazer de visitar

Ramalho Ortigão fez saber a Verne que Eça de Queiroz (1845-1900), uma figura do maior prestígio nas letras portuguesas, no seu célebre romance "O Mandarim" teria feito a descrição da cidade de Pequim, e da China, baseando-se em elementos colhidos da leitura de “As Atribulações de um chinês na China". Outro conviva foi o célebre pintor Columbano Bordalo Pinheiro, que lhe ofereceu, um esplêndido prato de louça das Caldas da Rainha, representando um lagarto e outros animais. Esta curta estadia inspirou Rafael Bordalo Pinheiro que, no seu famoso e mordaz jornal "António Maria" do dia 29 de Maio, apresentou a caricatura de Júlio Verne ao tamanho da página, acompanhada do seguinte texto:

Página do "António Maria" de 29 de Maio de 1884. (clique para ver o original)

"Júlio Verne o ilustre escriptor francêz, chegou a Lisboa, jantou com David Corazzi e com outros convidados d'aquelle editor, entre elles este seu creado e foi-se. Só andando com esta pressa, póde fazer viagens à Lua no tempo que qualquer gasta em ir à Porcalhota (antigo nome da Amadora) comer coelho guisado. Que tanto elle como seu irmão Paul, façam boa viagem aos antípodas em 1 hora e ¾ e que se voltarem a Lisboa se demorem mais um bocadinho para lhe mostrarmos o jardim da Europa à beira mar plantado."

Após o jantar foram todos ao teatro e por volta das 23.30h Verne despediu-se e voltou ao seu iate onde pernoitou pela segunda vez. Como curiosidade, precisamente um anos depois do seu regresso a Portugal, o seu amigo Victor Hugo viria a falecer.

Às 6h da manhã de sábado, dia 24 de Maio, o céu estava muito nublado e o Tejo lotado de embarcações. Porém, o mar estava maravilhoso tendo sido possível atingir os 9,5 nós no seu Saint-Michel III rumo a Gibraltar.

Infelizmente Verne não tornou a voltar ao nosso país por motivos de saúde.
Para além do já citado "António Maria", outros jornais, como o "Diário de Notícias" e "Diário da Manhã" (dirigido por Pinheiro Chagas) apresentaram, no dia 24 de Maio, notícias acerca desta segunda visita de Verne ao nosso país:

"Está novamente em Lisboa este célebre romancista. Chegou ante-hontem ao Tejo no seu bello yacht a vapor, St Michel, vindo de Nantes em oito dias, tendo arribado em Vigo por ter a machina do navio soffrido uma pequena avaria."
"Passou hontem o dia em Lisboa este illustre escriptor. Chegou ante-hontem no seu yacht Saint-Michel. Às 9 horas desembarcou e foi ter com David Corazzi. Às 6 horas foram jantar cremos ao hotel Braganza, assistindo á refeição o sr. ministro da marinha (Salomão Saragga). Verne esteve fallando muito tempo com o sr. Jorge O'Neill (amigo e anfitrião de Hans Christian Andersen) e ficou tão encantado com esse cavalheiro que tenciona descrevel-o n'um dos romances que vai escrever. Julio Verne parte esta madrugada para Oran."
Informação cedida por Pedro O'Neill.

No dia seguinte, 25 de Maio, o "Diário de Notícias" e "O Século" apresentaram as notícias a seguir citadas:

"Partiu hontem de madrugada, no seu yacht St. Michel para Oran, o romancista Julio Verne. Foi-lhe offerecido na vespera um jantar no Hotel Braganza, e um dos convivas, o sr. Rafael Bordalo Pinheiro, deu-lhe um esplêndido prato de louça das Caldas, representando um lagarto e outros animaes."

"Chegou a Lisboa na quarta-feira às 9 horas da noite, arribado, por causa do mau tempo, o notavel romancista Julio Verne. Hontem foi-lhe offerecido pelo sympathico editor David Corazzi um jantar a que assistiram muitos homens de letras. Às 9 horas devia ter partido o notavel escriptor. Saudamos o illustre escriptor."

Apesar das duas visitas, as duas únicas referências a Portugal nas dezenas de livros de Verne são lugares-comuns.

Primeiro, o escritor criou uma personagem portuguesa, "pouco simpática" segundo Margot: um marinheiro, como seria de esperar. E deixou que uma outra personagem falasse d'Os Lusíadas como uma obra da literatura espanhola, jogando com o lugar-comum da rivalidade cultural luso-castelhana. Estes episódios foram contados pelo verniano suíço Jean-Michel Margot, presidente da "North American Jules Verne Society", numa conferência no Instituto Franco-Português, em Lisboa.

Em época de datas redondas, Margot aproveitou para contar um episódio original do comemorativismo português, ocorrido em 1923. Nesse ano, antecipando-se cinco anos à data correcta, a Sociedade de Geografia comemorou em Lisboa os 100 anos do nascimento de Júlio Verne. Entre os oradores, contou, terá estado o aviador português Gago Coutinho.
Hoje, o orador Margot assume uma mensagem contracorrente:

"Dizer que (Verne) previu, que foi um visionário... deixem-no ser um escritor: foi um dos melhores do século XIX."

Notas:
-nas notícias de jornal foi mantida a grafia original.
-este mesmo texto encontra-se também no site JVernePt.
-para a elaboração deste texto foi fundamental a visita a várias bibliotecas nacionais, a visita ao
Hotel Braganza (Lisboa), a compra de livros franceses aquando da minha visita à Maison Jules Verne (Amiens) e a cedência de informações do diário de J. Verne (este encontra-se na Biblioteca de Amiens numa zona com acesso restrito) por vernianos de grande renome que pediram o anonimato. Por estes motivos, é expressamente proibido a cópia parcial ou integral deste artigo sem se citar o autor do texto, Frederico Jácome, e o Blog JVernePt (www.jvernept.blogspot.com).
-o meu obrigado a Pedro O'Neill pela cedência de algumas cópias dos jornais da época obtidas pelas suas constantes visitas a bibliotecas da sua cidade.

sábado, 12 de Abril de 2014

Tesouros da literatura de viagens no Museu do Oriente

O Museu do Oriente, em Lisboa, convida os mais pequenos, até 31 de maio, a conhecer alguns dos maiores tesouros da literatura de viagens e a sonhar com as grandes aventuras dos seus escritores: Júlio Verne, Fernão Mendes Pinto e Marco Polo.

No dia 3 de maio, a oficina Um giro pelo mundo leva os participantes até 1872, data em que Júlio Verne leva a personagem Phileas Fogg, um aristocrata inglês, a dar A Volta ao Mundo em 80 dias.

UM GIRO PELO MUNDO
Data: 3 maio
Horário: 15.00 às 17.00
Preço: € 5,00/participante
Público-alvo: 6-12
Participantes: Mín.10, Máx.25


Necessária marcação até 28 de abril.

Fonte: Local.pt

segunda-feira, 24 de Março de 2014

A Morte de Júlio Verne

Hoje, dia 24 de Março de 2014, são completados cento e nove anos da morte de Júlio Verne.

O seu neto, Jean-Jules Verne, na biografia ao seu avô dá-nos conta dos seus últimos momentos como a conclusão de um sofrido calvário de doenças: a catarata, que lhe custou a vista do olho direito; o reumatismo avançado; as pernas doentes e a crise de diabetes,...

O meu avô morreu a 24 de março de 1905 (sexta-feira), às oito da manhã. Do sul da França, de onde nós ainda estávamos a arrumar a mudança de casa, o meu irmão mais velho e eu fomos chamados por telegrama para juntar-nos aos nossos parentes e ao nosso outro irmão, no norte, ao lado do leito de Verne em Amiens. Quando ele nos viu a todos ali, deu-nos um olhar profundo que claramente significava: “Bom, vocês estão todos aqui. Agora, eu posso morrer”; então, ele virou-se para a parede, esperando bravamente pela morte. A sua serenidade nos impressionou enormemente, e desejamos ter uma morte tão serena quanto a dele, quando chegar a nossa hora”.

 
© Centre International Jules Verne
Imagem cedida de JVerne.net.

Jules Gabriel Verne foi enterrado no Cemitério de La Madeleine, na cidade francesa de Amiens, com honras militares pois era possuidor da Legião de Honra da República de França. O cortejo, no dia 28 de Março, foi acompanhado por mais de cinco mil pessoas.

© Centre International Jules Verne
Imagem cedida de JVerne.net

© Centre International Jules Verne
Imagem cedida de JVerne.net.

O nome do monumento funerário onde repousa até hoje, revela a todos nós o seu maior segredo, e uma filosofia de Vida que deveríamos perseguir:

"Vers L'Immortalité et L'Eternelle Jeunesse" 
ou
"Rumo à Imortalidade e à Eterna Juventude".


No ano de 1905, a morte do grande escritor foi notícia em jornais e revistas semanais portugueses, entre elas, a OCCIDENTE "Revista Illustrada de Portugal e do Estrangeiro". Aqui a sua efeméride:

Edição de Abril de 1905 Nº947.

Texto por Carlos Patrício e fotografias do cortejo fúnebre cedidas pelo verniano Cristian Tello, do site JVerne.net.

domingo, 2 de Março de 2014

'Da Terra à Lua', de Júlio Verne, ganha edição bilíngue

Editora Landmark (Brasil) lança a obra com ilustrações originais da 1ª edição.

A obra conta a saga do Clube do Canhão, uma organização especializada em armas de fogo que, instigada por Ardan, procura formas de construir um enorme canhão para arremessar um projétil de forma cilindro-cônica à Lua. A bala, como os três membros que embarcam na aventura chamam o objeto, funciona, mas quando ela se aproxima do destino, em vez de pousar, entra em órbita. Só há mantimentos para três meses e eles não têm ideia do que fazer.

Curiosidade:

Entre as curiosidades do livro estão algumas comparações com a primeira ida real do homem à Lua, como a descrição do módulo com três astronautas e o local de partida da nave em Tampa, nos EUA, que fica a apenas 30 quilômetros de distância de onde realmente saiu a Apollo 11, cerca de cem anos depois. Outro fato curioso é que o futuro dos três astronautas de Da Terra à Lua é revelado apenas em outra obra de Verne, À Roda da Lua (1869), mas isso nada mais é do que uma ótima oportunidade de o leitor continuar embarcado no universo desse brilhante escritor.

Fonte: Correio.rac.com.br

terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

Festival reúne esculturas incríveis feitas com limões e laranjas na França

Na região da Riviera Francesa, artistas exibiram esculturas feitas com laranjas e limões durante o “Fete du Citron” (Festival do Limão), realizado na França.

Durante a 81ª edição do evento, que acontece até ao dia 5 de março, o tema escolhido foi a obra “Vinte Mil Léguas Submarinas”, do escritor Júlio Verne.


Foto: Valery Hache/AFP

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