Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Dicionário Visual lança 2ª Edição

Dado o sucesso da coleção "Dicionário Visual", a VISÃO (Portugal) irá lançar a 2ª edição desta coleção juntamente com um novo titulo.

Datas de lançamento:

9 DE FEVEREIRO:
(2 primeiros livros)

Tom Sawyer, Pirate - O Corpo Humano e a Roupa
Jungle Book - O Reino Animal

16 DE FEVEREIRO:
(3º e 4º livro)

Cinderela - A Casa e os Objetos do Lar
Volta ao Mundo em 80 dias - As viagens e os meios de transporte

23 DE FEVEREIRO (Novo título)

Oliver Twist - As Profissões

Fonte: Visão

Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Crítica do filme 'Viagem 2: A Ilha Misteriosa'

O nome do escritor francês Júlio Verne, um dos mais famosos autores da literatura fantástica, aparece de vez em quando em Viagem 2: A ilha misteriosa. E embora o filme pegue emprestado alguns elementos do livro homônimo, não há muito de Verne nessa aventura que é lançada em 3D e no formato convencional, ambas em versões dubladas e legendadas.


A palavra “viagem” no título é para dar a entender que essa é uma “continuação” de Viagem ao centro da Terra, de 2008. O filme traz o mesmo protagonista, Sean (Josh Hutcherson, de Minhas mães e meu pai), mas o pai do personagem (vivido por Brendan Fraser) não dá as caras, e se comenta, meio de passagem, que ele morreu. Sabe-se lá como. Talvez de vergonha ao ler o roteiro deste filme.

Além de a própria Ilha Misteriosa e Vinte mil léguas submarinas, de Verne, também As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, e A ilha do tesouro, de Robert Louis Stevenson dão as caras no roteiro confuso de Brian e Mark Gunn. A ideia do filme é explorar uma possível conexão entre as quatro histórias tendo como elo uma ilha perdida no meio do Pacífico.

Não deixa de ser curioso ver o fortão Dwayne Jonhnson – em seus tempos de lutador, conhecido apenas como The Rock – decifrar códigos e mistérios mais rápido do que quando derrubava um adversário. Não tem pé nem cabeça – mas esse é o menor dos problemas. Num filme em que elefantes praticamente cabem no bolso, Michael Caine voa em abelhas gigantes e montanhas são feitas de ouro pedir sentido é um exagero.

No fundo da história estão temas queridos do estúdio Disney – embora esta não seja uma produção deles, bem poderia ser – como família, modelos masculinos para garotos órfãos e latinos falando inglês truncado num país pobre, que recebem a caridade dos americanos gentis e de bom coração.

Desde quando perdeu o pai, Sean (Hutcherson) vive mergulhado no universo da literatura fantástica e tenta um contato com o avô, desaparecido há dois anos. A mãe (Kristin Davis, de Sex and the city) está preocupada, por isso o incentiva a ficar amigo de seu namorado, Hank (Dwayne). Como o menino precisa de um modelo masculino em quem se espelhar, os dois embarcam numa jornada rumo à Ilha misteriosa, onde o avô pode estar. Se é que tal lugar existe.

A ilha ficaria no meio do Oceano Pacífico, perto de um país latino e pobre, onde pessoas andam com lagartos nas costas. O único disposto a levar a dupla é Gabato (Luis Guzmán, de Sim, senhor), dono de um helicóptero e pai de uma filha bonitona, Kailani (Vanessa Hudgens, de High School Musical), por quem Sean se apaixona.

A história segue os rumos previsíveis. Eles encontram a ilha, o helicóptero quebra e precisam descobrir uma forma de escapar de lá, com ajuda do avô (Michael Caine) que fez do local a sua casa. Ah, a ilha também é Atlantis e em algumas horas irá afundar – e isso é descoberto por The Rock, só de provar a água local.

Seria perdoável se nada fizesse sentido se ao menos fosse minimamente divertido – o que Viagem 2 não é. De tudo que há de ruim no longa, porém, nada supera o momento em que The Rock canta “What a wonderful world”. É sério: Júlio Verne e Louis Armstrong poderiam muito bem passar sem essas homenagens.

Alysson Oliveira - Cineweb

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

'20.000 Léguas Submarinas', o primeiro filme de ficção da Disney


O clássico da Disney, 20.000 Léguas Submarinas, é um filme de aventura de 1954, estrelado por Kirk Douglas como Ned Land, James Mason como Capitão Nemo, Paul Lukas como Professor Pierre Aronnax e Peter Lorre como Conseil. Dirigido por Richard Fleischer, 20.000 foi o primeiro filme de ficção cientifica da Walt Disney Productions, bem como o único filme de ficção do estúdio produzido pelo próprio Walt. Foi também a primeira longa metragem da Disney, a ser distribuído pela Buena Vista Distribution. O filme tornou-se a versão mais conhecida do livro homônimo de Jules Verne, e é citado como um dos primeiros exemplos do gênero steampunk.

A sinopse é  No ano de 1868, rumores de um monstro marinho atacando navios no pacífico causa panico entre os marinheiros, interrompendo as linhas de navegação. O Professor Pierre Aronnax, e seu assistente, Conseil, estão no seu caminho para Saigon, mais ficam presos em São Francisco pela suspensão de navios. O governo dos E.U.A convida Aronnax em uma missão para provar ou refutar a existência do monstro. Os seus colegas de tripulação inclue o Mestre Ned Land e o Capitão Nemo.


As filmagens de 20.000 Léguas Submarinas, começaram na primavera de 1954, com cenas filmadas em vários locais como Bahamas e Jamaica. Algumas das cenas eram tão complexadas que exigiam uma equipe técnica de 400 pessoas. O filme também apresenta outros desafios. A famosa cena do ataque da lula gigante foi filmada duas vezes: Uma no crepúsculo com o mar calmo, e a outra no meio da noite sobe uma tempestade para ''aumentar'' o drama, e poder esconder os cabos e outros funcionamentos mecanicos da lula animatronica. Os custos da produção o tornou no filme mais caro já produzido naquela época, superando ...E tudo O Vento Levou de 1939.
É claro que todo trabalho ardo no fim a recompensa. A equipe técnica levou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Direção de Arte, além de terem sido indicados a Melhor Edição.
É claro, que o hoje os efeitos parecem antiquados mais vai por mim, eles eram incríveis para 1954, e destaque também para ótima trilha sonora do já conhecido da Disney, Paul Smith.


20.000 Léguas Submarinas foi o segundo filme mais visto daquele ano, atrás apenas de White Cristmas, e tornou-se um notável clássico da corporação Disney. O cinéfilos carinhosamente lembram da sequencia da lula gigante, além do design do Nautilus e o desempenho de James Mason como Nemo. O filme tem atualmente uma taxa de 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes que diz: ''Um dos melhores filmes da Disney de Aventura, traz o clássico de Julie Verne em um sci-fi na vida real, e apresenta uma lula gigante incrível.''


O desempenho do elenco também foi reconhecido, e está foi a primeira vez que grandes estrelas de Hollywood como Kirk Douglas, trabalhavam em um filme da Disney. Algo que hoje em dia é costumeiro, a exemplo da versão de Tim Burton de Alice no País da Maravilhas.

Em 2010, David Fincher anunciou na San Diego Comic-Con, que tinha planos para dirigir um remake de 20.000 Léguas Submarinas para a Disney, com base em um roteiro de Scott Z. Burns. Nada sobre o remake foi anunciado ainda. Independente disto, eu me conformo com a versão de 1954, que é única, além do mas, clássico é clássico!!

Texto escrito por Beatriz Alencar do blog Cantinho Disney e cedido gentilmente para o Blog JVerne.

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

O Piloto do Danúbio

O Piloto do Danúbio”, um dos últimos romances escritos por Verne, foi publicado postumamente, em capítulos, no "Le Journal" entre 24 de setembro e 2 de novembro de 1908. Posteriormente chegou às livrarias, em forma de romance, numa edição dupla com “A Caça ao Meteoro, em 15 de novembro do mesmo ano.

Inicialmente batizada como "Le beau Danube jaune" ("O Belo Danúbio Amarelo"), a história se passa quase inteiramente sobre as águas deste importante rio da Europa Oriental, que corta ou delimita as fronteiras da Alemanha, Áustria, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Croácia, Sérvia, Romênia, Bulgária e Ucrânia, tendo como pano de fundo a conturbada época da ocupação, pelo Império Otomano, dos territórios a sudeste do continente europeu. Verne, como sempre, aproveita para descrever em pormenores a grande diversidade de cenários que se descortinam ao longo das margens do segundo maior rio da Europa, e o que banha mais nações.

Ilia Brusch, o grande vencedor do concurso anual da Liga Danubiana de Pescadores, em comemoração a seu feito propõe a seus pares o estabelecimento de um recorde, que trará repercussão e fama à liga internacional: descer o rio em toda sua extensão, da nascente alemã na Floresta Negra à foz, no Mar Negro e viver, durante todo o percurso de mais de três mil quilômetros, exclusivamente da produção de sua pesca. No meio do caminho, Brusch se vê obrigado, pelas circunstâncias, a aceitar um passageiro em seu barco. O austríaco Jaeger acaba por se tornar um valioso aliado na empreitada do pescador.

Ao mesmo tempo, as margens do Danúbio viviam assoladas por um constante banditismo. Piratas saqueavam, roubavam e assaltavam fazendas, residências e embarcações, numa série de audaciosos crimes que não podiam ser praticados por indivíduos isolados, mas por um bando bem organizado e sem dúvida muito numeroso. O experiente investigador húngaro Karl Dragoch viu-se designado, pelos governos interessados em combater o crime, a essa perigosa e arriscada missão. Na Bulgária, ficamos conhecendo outros importantes personagens da trama: o piloto Serge Ladko, um patriota inconformado com a dominação turca em seu amado país, a bela órfã Natcha Gregorevitch e Ivan Striga, traidor a soldo do opressor muçulmano e rival direto de Ladko pelo coração de Natcha.

Essas linhas de narrativa, aparentemente sem ligação entre si, convergem num feixe único de acontecimentos envolvendo romances, duplas identidades, intrigas políticas, ação policial, aventuras de guerra, um inquérito judicial e até uma espetacular fuga de uma prisão. Para além de tudo isso, o autor – mais uma vez surpreendendo seus leitores com a extensão e profundidade de seus conhecimentos em aparentemente todo e qualquer tema - ainda nos delicia com uma verdadeira aula sobre a arte dos preparativos da pesca e da pescaria em si, na voz do experiente Brusch a seu “pupilo” Jaeger, enquanto ambos singram, a toda velocidade, as águas douradas do belo Danúbio.

Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Último trailer de 'Journey 2: The Mysterious Island 3D'

Hoje, chegou à web um novo trailer de "Viagem 2 - A Ilha Misteriosa", apresentado pelos astros da aventura Dwayne Johnson e Josh Hutcherson. Confira:


O filme começa quando o jovem Sean Anderson recebe um sinal codificado de uma misteriosa ilha localizada onde nenhuma ilha deveria existir. É um lugar com formas estranhas de vida, montanhas de ouro, vulcões mortais e mais um segredo surpreendente.

Incapaz de impedi-lo de ir, o novo padrasto de Sean, Hank (Dwayne Johnson), une-se à busca. Juntamente com um piloto de helicóptero (Luis Guzman) e a sua linda e determinada filha (Vanessa Hudgens), eles partem para encontrar a ilha, resgatar um solitário habitante e escapar antes que as ondas de choque sísmico afundem a ilha e enterrem os seus tesouros para sempre.

Viagem 2: A Ilha Misteriosa é dirigido por Brad Peyton. O filme também é estrelado por Michael Caine como o avô de Sean, Alexandre Anderson, e Kristin Davis como a mãe de Sean, Liz Anderson.

O filme tem estreia prevista para 3 de fevereiro de 2012 no Brasil e 8 de março em Portugal.

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

“Um giro pelo Mundo” no Museu do Oriente

Nos dias 5 e 19 de Fevereiro, o Museu do Oriente (Lisboa, Portugal) convida as famílias a encarnarem o espírito de Júlio Verne e darem “Um giro pelo Mundo” em apenas 90 minutos. Para vencer esta aposta basta pontualidade britânica e muito boa disposição. A iniciativa é inserida no programa “Domingos em família”


Em 1872, Júlio Verne consegue, no seu livro “A volta ao Mundo em 80 dias”, que a personagem Phileas Fogg, um aristocrata inglês que vivia em Londres, dê a volta ao mundo naquele espaço de tempo. Phileas Fogg aposta vinte mil libras em como isso é possível. Durante a viagem, vive inúmeras peripécias, percorre vários países e, num deles, chega mesmo a apaixonar-se.

Programa:
Um giro pelo Mundo!
Domingos em família
Data: 5 e 19 Fevereiro
Horário: 11.00–12.30
Preço: €3,50/participante (adulto ou criança)
Público-alvo: Famílias (crianças a partir dos 4 anos)
Participantes: Mín.15, Máx.25
Sala do Serviço Educativo

Fonte: NotíciasGrandeLisboa.com

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Retrato de J. Verne para pintar

O blog internacional Jules Verne disponibilizou no seu espaço um link para o HelloKids.com onde as crianças, e não só, podem pintar uma foto-retrato de J. Verne via computador.


Clique na imagem e comece a mostrar o seu lado de pintor.
Depois envie-nos a sua obra prima!

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

Conto 'Por um Fio' é finalista no concurso Hydra (Atualizado)

O Concurso Hydra foi criado com o objetivo de promover a literatura especulativa brasileira, formando parcerias com publicações estrangeiras para divulgar a produção nacional além das fronteiras.

As candidaturas finalizaram a 15 de Agosto com mais de 100 participações tendo sido hoje anunciado os 3 finalistas deste concurso.

É com imensa alegria que anunciamos o conto “Por um Fio” de Flávio Medeiros Junior, publicado na antologia Steampunk da Tarja Editorial, como um dos finalistas. Os protagonistas do conto são dois dos personagens mais conhecidos e carismáticos de Jules Verne.

O vencedor do concurso, a ser anunciado em breve, será escolhido dentre os três finalistas pelo autor premiado Orson Scott Card. Este conto receberá tradução para o inglês e publicação paga na revista Orson Scott Card’s Intergalactic Medicine Show.


O Concurso Hydra é organizado em uma parceira entre A Bandeira do Elefante e da Arara e Orson Scott Card’s Intergalactic Medicine Show, com participação especial dos sites Leitura Escrita e Universo Insônia.

Vamos agora cruzar os desejar que o conto "Por um fio" seja o grande vencedor.

Atualização:

Após a leitura de mais de 100 contos inscritos, os juízes do Concurso Hydra selecionaram 3 contos finalistas e enviaram para o escritor Orson Scott Card, que definiu o grande campeão. O escolhido do escritor norte-americano foi “História com desenho e diálogo” de Brontops Baruq. O conto receberá tradução para o inglês e será publicado na revista eletrônica Orson Scott Card’s Intergalactic Medicine Show.

E para tornar o concurso ainda mais especial, os editores da revista anunciaram que também publicarão o segundo colocado em edição futura da revista. O conto escolhido foi “Por um Fio” do Flávio Medeiros Junior.

Parabéns caro Flávio Júnior!

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Volta ao mundo em 80 dias com avião ecológico

O biólogo esloveno Matevz Lenarcic iniciou neste domingo (dia 8 janeiro) pela manhã uma volta ao mundo de 100 mil quilômetros a bordo de um avião ultraleve com o objetivo de completar o percurso com o consumo mínimo de combustível possível, dando assim um exemplo de preservação do planeta.

Este biólogo, alpinista, adepto do voo de parapente e piloto, de 53 anos, partiu do aeroporto de Liubliana para percorrer 100 mil quilômetros, passando por seis continentes, três oceanos, 120 parques nacionais, pela Antártida e pelo Everest. Tudo isso em aproximadamente dois meses e meio.

Seu avião ultraleve, um Pipistrel Virus-SW914, foi construído pela Pipistrel, uma empresa eslovena especializada em aeronaves leves, ganhadora em 2011 do prêmio da Nasa concedido à aviação ecológica por ter conseguido percorrer 200 milhas em menos de duas horas utilizando menos de um galão (3,79 litros) de combustível por ocupante.

Fonte: Overbr.com.br

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...