segunda-feira, 21 de setembro de 2009

'Around the World... ' - Cuba (La Habana & St. Clara)

Em 2008, ano em que se comemoraram os 180 anos do nascimento de J. Verne, o escritor francês foi homenageado com uma volta ao mundo do seu livro ‘A volta ao mundo em 80 dias’. Este partiu do Porto, em Portugal, e, fazendo escalas em diversos países e passando pelas mãos de ilustres vernianos dispersos em todo o Mundo, regressou à cidade portuguesa depois de um pouco mais de 80 dias de viagem.

Infelizmente, devido a motivos geográficos, burocráticos e outros, não foi possível passar, na sua viagem, por países fascinantes como foi o caso de Cuba, na América Central.

Curiosamente, os meus pais, aquando da sua decisão do seu destino de férias, escolheram precisamente este país e, devido a esse facto, pedi-lhes que levassem o livro de forma a que essa homenagem continuasse neste ano de 2009.

Havana é uma capital alegre e colorida, cheia de azáfama e diversões, com algumas jóias arquitetónicas esplêndidas. Uma delas é o símbolo da cidade, o Capitólio, que combina a elegância do neoclassicismo com elementos art déco. Inaugurado pelo ditador Gerardo Machado, é uma imitação livre do Capitólio de Washington, mas ainda mais alto.

A cúpula domina a paisagem urbana de Havana

À entrada, embutida no chão, sob a cúpula, vê-se a cópia de um diamante de 25 quilates. O original pertencia ao último czar da Rússia e o Estado Cubano comprou-o a um joalheiro turco. Foi roubado e mais tarde, misteriosamente, voltou à secretária do Presidente.

O diamante serve de referência a todas as distâncias em quilómetros medidas em Cuba.

Em frente, a Estátua da República, uma peça fundida em Roma e coberta com folha de ouro de 22 quilates. Pesa 49 toneladas e tem 17 de altura, sendo a terceira mais alta do Mundo.


Na ala sul encontra-se o Salón de los Pasos Perdidos. Esta sala sumptuosa, com um belíssimo chão de mármore e candeeiros dourados, deve o seu nome à antiga e invulgar acústica. No lado oposto, a Câmara dos Deputados que ainda possui o mobiliário antigo e se apresenta decorada com baixos-relevos do artista italiano Gianni Remuzzi.


À janela podemos ver o Gran Teatro de La Habana, uma das maiores óperas do Mundo, que foi construído em 1915 para palco das actividades sociais da grande e opulenta comunidade espanhola de Havana. Atualmente abriga o célebre Ballet Nacional, uma companhia e escola de dança conhecida por organizar um famoso festival anual de ballet.


A caminho da saída apresenta-se um memorial a José Martí, um herói revolucionário e poeta nacional.


No exterior do edifício podemos ver alguns meios de transporte típicos em Cuba como os automóveis clássicos, as carroças antigas puxadas por cavalos e os riquexós, ou bicitáxis, uma alternativa aos táxis mais lenta mas ecológica.


Na despedida à cidade ainda houve tempo de tomar um daiquirí na Floridita com Ernest Hemingway. O escritor americano, apaixonado por Cuba, decidiu, em 1939, permanecer na ilha onde viveu até 1960, um ano antes de ter cometido suicídio nos EUA.

Hemingway escreveu os seus romances mais famosos em Cuba. Estava na sua casa, Finca La Vigia, em 1954, quando soube que tinha recebido o Prémio Nobel. “Esse prémio pertence a Cuba, uma vez que as minhas obras foram criadas e concebidas em Cuba, com os habitantes de Cojimar, de onde sou cidadão.

Mas o momento alto desta viagem ainda estava para chegar…

Antes desta viagem a Cuba, várias vezes, na solidão, tinha olhado para o livro e pensava nas cidades maravilhosas que viu e nas pessoas fantásticas que conheceu. Porém, sentia que esta volta ao mundo não tinha ficado completa, sentia que faltava a assinatura de um grande verniano, um homem que me ensinou bastante sobre Verne, além de Carlos Patrício, através da sua revista, a Mundo Verne, na qual me orgulho de ter podido colaborar, e que merecia ter o seu nome junto de outros nomes reconhecidos no mundo verniano.
Já todos sabem, com certeza, de quem falo. O seu nome: Ariel Pérez.


Ariel Pérez, Santa Clara - Cuba... uma nova assinatura na volta ao mundo verniana do século XXI

Pedi encarecidamente aos meus pais, aquando da sua saída de Portugal, que fizessem todos os possíveis para se encontrarem com este verniano. Apesar de certas dificuldades, o tão esperado encontro aconteceu na cidade de Santa Clara, terra Natal de Ariel, em 8 de Setembro de 2009.

Santa Clara foi fundada a 15 de Julho de 1689 por um grupo de habitantes de Remédios, uma cidade litoral de Cuba, que se deslocaram da costa para ficarem a salvo dos piratas. É agora conhecida por “a cidade da guerrilha heróica” por, em 1958, ter tido lugar a última batalha da luta da guerrilha dirigida por Che Guevara, que pôs fim à ditadura de Baptista.

O ponto de encontro foi marcado para a frente do Memorial de Che Guevara na Plaza de la Revolución.


A dominar o monumento, construído para comemorar o 30º aniversário da batalha, vê-se uma impressionante estátua de bronze de Che com o braço engessado (partiu-o na batalha precedente) e sob esta, num baixo-relevo que representa cenas da batalha, estão gravadas as palavras históricas que escreveu na sua carta de despedida antes de partir para a Bolívia. Por baixo do monumento, encontra-se um museu onde estão expostos objectos pessoais do guerrilheiro. A construção mais recente da praça é o memorial em lembrança a Che e aos 38 camaradas encontrados na Bolívia trinta anos após a sua morte e levados para Cuba em 1997.


Deixo aqui (mais) uma homenagem a J. Verne junto com umas palavras de agradecimento ao Ariel e aos meus pais por me terem ajudado a concretizar este meu desejo.
Já agora, um beijo especial de Parabéns a estes últimos pelos seus 27 anos de casados comemorados, em Cuba, no passado dia 18 de Setembro.


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En el 2008, año en que se conmemoraron los 180 del nacimiento de J. Verne, el escritor francés fue homenajeado con una vuelta al mundo de su libro ‘La vuelta al mundo en 80 días’. Partió de Porto en Portugal e hizo escalas en diversos países, pasando en su recorrido por las manos de ilustres vernianos dispersos en todo el mundo, para luego regresar a la ciudad portuguesa después de más de 80 días de viaje.

Infelizmente, debido a motivos geográficos, burocráticos y otros, no fue posible hacer que el libro, en su viaje, llegase a países fascinantes como fue el caso de Cuba, en América Central.

Curiosamente, cuando mis padres tomaron la decisión de seleccionar su destino de viaje como parte de sus vacaciones, escogieron precisamente este país y, fue debido a ese hecho, que les pedí que llevasen el libro de forma que este homenaje continuase en este ano 2009.

La Habana es una capital alegre y colorida, llena de bullicio y diversiones, con algunas espléndidas joyas arquitectónicas. Una de ellas es el símbolo de la ciudad, el Capitolio, que combina la elegancia del neo-clasicismo con elementos del estilo Art Deco. Inaugurada por el dictador Gerardo Machado, es una imitación libre del Capitolio en Washington, pero aún más alto.

(1ª foto)
La cúpula domina el paisaje urbano de La Habana

En la entrada, construida en el suelo bajo la cúpula, se observa una copia de un diamante de 25 quilates. El original perteneció al último zar de Rusia y el estado cubano lo compró a un joyero turco. Fue robado y luego, de forma misteriosa, regresó a la mesa del Presidente.

(2ª foto)
El diamante sirve de referencia a todas las distancias en quilómetros medidas en Cuba.

En frente, la Estatua de la República, una pieza fundida en Roma y cubierta con hojas de oro de 22 quilates. Pesa 49 toneladas y mide 17 de alto, siendo la tercera más alta del mundo.

(3ª foto)

En el ala sur se encuentra el Salón de los Pasos Perdidos. Esta suntuosa sala, con pisos de mármol y candelabros dorados, debe su nombre a la antigua e inusual acústica. En el lado opuesto, la Cámara de los Diputados que aún posee el antiguo mobiliario y se presenta decorada con bajorrelieves del artista italiano Gianni Remuzzi.

(4ª y 5ª fotos)

A través de la ventana podemos ver el Gran Teatro de La Habana, uno de los mayores del mundo, que fue construido en 1915 para organizar las actividades sociales de la inmensa y opulenta comunidad española de La Habana. En la actualidad alberga el célebre Ballet Nacional de Cuba, una compañía y escuela de baile conocida por organizar un famoso festival anual de ballet.

(6ª foto)

A la salida se encuentra un monumento a José Martí, un héroe revolucionario y poeta nacional.

(7ª foto)

En el exterior del edificio, podemos ver algunos medios de transporte típicos en Cuba, como los autos antiguos, los antiquísimos carruajes tirados por caballos y los bici taxis, una alternativa a los taxis más lenta, pero ecológica.

(8ª y 9ª fotos)

Al despedirse de la ciudad aún hay tiempo para tomar un daiquiri en el Floridita con Ernest Hemingway. El escritor estadounidense, apasionado por Cuba, decidió en 1939, permanecen en la isla, donde vivió hasta 1960, un año antes de suicidarse en los Estados Unidos.

(10ª foto)

Hemingway escribió sus novelas más famosas en Cuba. Estaba en su casa, en la Finca La Vigía, en 1954, cuando supo que había recibido el Premio Nobel. “Este premio pertenece a Cuba, ya que mis trabajos fueron creados y concebidos en Cuba, con los habitantes de Cojímar, de donde soy ciudadano.”

Pero el mejor momento de este viaje aún estaba por llegar…

Antes de este viaje a Cuba varias veces, cuando estaba solo, había mirado el libro y pensaba en las ciudades que vio y las personas fantásticas que conoció. No obstante, sentía que esta vuelta al mundo no había sido completa, sentí que faltaba la firma de un gran verniano, un hombre que me enseñó mucho sobre Verne -además de Carlos Patrício- a través de su revista, Mundo Verne, con la que tengo el orgullo de colaborar, y que merecía tener su nombre junto al de otros nombres reconocidos en el mundo verniano.

Ya todos saben, seguramente, de quien hablo. Su nombre: Ariel Pérez.

(11ª y 12ª fotos)

Le pedí encarecidamente a mis padres, a su salida de Portugal, que hiciesen todo lo posible para encontrarse con este verniano. A pesar de algunas dificultades, el tan esperado encuentro tuvo lugar en Santa Clara, tierra natal de Ariel, el 8 de septiembre del 2009.

Santa Clara fue fundada el 15 de Julio de 1689 por un grupo de habitantes de Remedios, una ciudad costera de Cuba, quienes se habían asentado en la costa para estar a salvo del ataque de los piratas. Ahora es conocida como “la ciudad del guerrillero heroico", porque en 1958, tuvo lugar la última batalla de la lucha de la guerrilla liderada por el Che Guevara, que puso fin a la dictadura del Batista.

El punto de encuentro fue fijado en las áreas del Memorial al Che Guevara en la Plaza de la Revolución.

(13ª foto)

Este monumento, construido para conmemorar el 30 aniversario de la batalla, está dominado por una impresionante estatua de bronce del Che con el brazo en cabestrillo (se le había roto en la batalla anterior a esa última), y debajo de esta, se puede ver un bajorrelieve que representa algunas escenas de la batalla, y se registran las históricas palabras que escribió en su carta de despedida antes de partir a Bolivia. Debajo del monumento existe un museo donde se exponen los efectos personales del guerrillero. Una construcción más reciente de la plaza es el memorial que recuerda al Che y a los 38 compañeros encontrados en Bolivia treinta años después de su muerte y llevados a Cuba en 1997.

(14ª foto)

Dejo aquí constancia de un nuevo homenaje a J. Verne junto a unas palabras de agradecimiento a Ariel y a mis padres por ayudarme a lograr mi deseo.

Ya ahora, un beso especial de felicidades a estos últimos por sus 27 años de matrimonio celebrados en Cuba, el pasado 18 de septiembre.

(15ª foto)


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En 2008, l’année où on a commémoré les 180 ans de la naissance de Jules Verne, on a rendu hommage à l’auteur français faisant le livre Le Tour du monde en 80 jours compléter un voyage un tour du monde. Son départ : la ville de Porto, au Portugal, ayant des connexions dans plusieurs pays, passant par les mains d’ illustres verniens repandus dans le monde. À la fin, le livre est retourné à la ville portugaise après une quatre-vingtaine de jours de voyage.

Malheureusement, par des raisons géographiques, bureaucratiques et d’autres encore, il n’a pas été possible que le livre soit passé, dans le voyage, par de fascinants pays comme Cuba, en Amérique Centrale.

Par curiosité, mes parents, lors de la décision d’où partir en voyage de vacances, ont choisi precisement ce pays et, dû à ce fait, je leur ai demandé de ramener le livre pour que l’hommage continue dans l’année 2009.

Havane est une capitale gaie, colorée, qui bouge et pleine de diversion avec de splendides perles architéctoniques. L’une de ces perles est le symbole de la ville, Le Capitole, qui mélange l’élégance du néoclassicisme aux éléments art déco. Inauguré par le dictateur Gerardo Machado, c’est une imitation libre du Capitole de la ville de Washington, mais encore plus haut.

(1ère photo)
La coupole qui règne sur le paysage urbain d’Havane.

À l’entrée, dans le sol, sous la coupole, on voit la copie d’un diamant aux 25 carat. À l’origine ce diamant appartenait au dernier czar de Russie et l’État de Cuba l’avait acheté d’un marchand de bijoux turc. On l’a volé et, plus tard, il a été remis, mystérieusement, à la sécretaire du président.

(2ème photo)
Le diamant qui sert de référence à toutes les distances en km mésurées à Cuba.

Devant, La Statue de la République a été fondue à Rome et couverte de feuilles d’or de 22 carat. Elle pèse 49 tonneaux et a de 17m de haut. Cette statue est considérée la troisième en hauteur du monde.

(3ème photo)

Dans l’aile sud on trouve le Salón de los Pasos Perdidos. Ce salon somptueux, avec son beau parquet en marbre et des lampes dorées, doit son nom à l’ancienne et rare acoustique. Du coté opposé, La Chambre de Députés possède encore les mobiliers anciens et présente son décor avec des bas-reliefs de l’artiste italien Gianni Remuzzi.

(4ème & 5ème photo)

À la fenêtre on peut voir le Gran Teatro de La Habana, l’une de plus grandes opéras du monde qui a été bâtie en 1915 pour siéger les activités sociales de la grande et opulente communauté espaganle de Havane. Actuellement, elle abrite le célèbre Ballet Nacional, une école de danse connue de tous car c’est elle qui organise le fameux festival de ballet.

(6ème photo)

À la sortie, on voit un Memorial de José martí, un héros révolutionnaire et poète nacional.

(7ème photo)

À l’extérieur de l’édifice on peut voir quelques moyens de transports tipiques de Cuba comme les automobiles classiques, les charrues à cheval et les riquexós, ou bicitáxis, une alternative moins vite et plus écologique.

(8ème & 9ème photo)

Au moment de prendre congé de la ville, on a eu le temps de prendre un verre de daiquirí à la Floridita avec Ernest Hemingway. L’écrivain américain, passioné de Cuba, s’est décidé, en 1939, de rester sur l’île où il a vécu jusqu’à 1960, u an avant d’avoir commis suicide aux Etats-Unis.

(10ème photo)
Hemingway avait écrit ses romans le plus fameux à Cuba. Il était chez lui, à Finca La Vigia, quand il a su qu’il avait remporté le prix Nobel : «ce prix appartient à Cuba, une fois que mes oeuvres ont été créés et conçues à Cuba, tout comme aux habitants de Cojimar, d’où je suis citoyen»

Mais le climax de ce voyage était sur le point d’arriver...

Avant ce voyage à Cuba, plusieurs fois, tout seul, je regardais le livre et je pensais aux villes merveilleuses et aux gens fantastiques qu’il a pu connaître. Mais je regretais que ce voyage ne soit pas tout à fait accompli, il manquait la signature d’un grand vernien, un homme que m’avait beaucoup appris sur Jules Verne, outre Carlos Patrício, à travers sa revue Mundo Verne, à laquelle je suis fier d’avoir collaboré et que méritait avoir son nom ajouté aux autres noms reconnus dans le monde vernien. Vous savez déjà de qui je parle, ça c’est sûr. Son nom : Ariel Peréz.

(11ème & 12ème photo)

J’ai prié à mes parents de, lors de leur sortie de Portugal, faire le possible pour fixer rendez-vous avec ce vernien. Malgré certaines difficultés, la si attendue rencontre a eu lieu à la ville de Santa Clara, lieu de naissance de Ariel.

Santa Clara a été fondée le 15 Juillet par um groupe d’habitants de Remédios, une ville de la côte de Cuba, qui ont déménagé pour se sauver des pirates. Aujourd’hui cette ville est connue par « la ville de la guérille héroïque » pour, en 1958, avoir servi de place à la dernière bataille de lutte de la guérille dirigée par Che Guevara, qui a mis fin à la dictature de Baptista.

La rencontre a eu lieu devant Le Memorial de Che Guevara sur la Plaza de la Revolución.

(13ème photo)

En contemplant le monument, costruit pour fêter le 30º anniversaire de la bataille, on voit une impressionate statue en bronze de Che au bras cassé lors de la bataille précedente. Sous cette statue, en bas-relief qui représente les scènes de la bataille, sont gravés les mots historiques qu’il avait écrit dans la lettre de congé avant de partir en Bolivie.
Au-dessous du monument il y a un musée où on expose des objets personnels de Che.
La construction la plus récente de la place est le «memorial» aux souvenir de Che et aux 38 camarades trouvés en Bolivie trente ans après sa mort, menés à Cuba en 1997.

(14ème photo)

Je rends (encore une fois) un hommage à Jules Verne avec des mots de remerciments à Ariel et à mes parents pour m’avoir aidé à concretiser ce souhait.
De ma part, des bisous de félicitations à mes parents pour les 27 ans de vie commune commémorés à Cuba le dernier 18 septembre.

(15ème photo)

Suivez l’itinéraire du voyage du livre à travers le monde sur Google-Earth.

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In 2008, year of the 180º anniversary of Jules Verne’s birth, the French writer was honored with a world tour of his book 'Around the World in 80 Days'. It left Porto in Portugal and made stops in several countries, passing on its way through the hands of fellow vernians all around the world, before finally returning to this Portuguese city after a more-than-80-days trip.

Unfortunately, due to geographical, bureaucratic and others reasons, it was not possible to have the book visited some fascinating countries as in the case of Cuba, a Central America island.

Interestingly, my parents took the decision to go, on their vacation, to this country, and this was the fact that led me to ask them to carry the book, as a chance to continue, in some way, the homage to our writer in this year.

Havana is a lively and colorful capital, full of bustle and entertainment, with some splendid architectural gems. One of those is the symbol of the city, the Capitol, which combines the elegance of neo-classicism with Art Deco elements. Opened by Dictator Gerardo Machado, is a free imitation of the Capitol in Washington, but even higher.

(1st photo)

At the entrance, built in the floor under the dome, there is a copy of a diamond of 25 carats. The original belonged to the last Tsar of Russia and it was after this fact that the Cuban government bought it from a Turkish jeweler. It was stolen and then mysteriously returned to the President’s office.


(2nd photo)

In front, the Statue of the Republic, a huge monument founded in Rome and covered with sheets of 22 carat gold. It weighs 49 tons and it is 17 mts high, being the third highest in the world.

(3rd photo)

In the south wing is the Hall of Lost Steps. This sumptuous room, with marble floors and gilt candelabra, was named after the old and unusual acoustics of the place. On the opposite side, the Chamber of Deputies still has the old furniture and it is decorated with bas-reliefs designed by Italian artist Gianni Remuzzi.

(4th & 5th photo)

Through this window, we can see the Grand Theater of Havana, one of the world's largest, which was built in 1915 to organize social activities for the huge and opulent Spanish community in Havana. Now, it hosts the famous Ballet Nacional de Cuba, a school and dance company known for the organization of a famous annual ballet festival.

(6th photo)

At the exit there is a monument devoted to José Martí, the revolutionary hero and national poet.

(7th photo)

Outside the building, we can see some typical transportation in Cuba, like old cars, the ancient horse-drawn carriages and bicycle taxis, an alternative to taxis, slower but very ecological.

(8th & 9th photo)

By the time one leaves the city, there is still time to drink a daiquiri at the Floridita with Ernest Hemingway. The American writer, passionate about Cuba, decided in 1939, to remain on the island, where he lived until 1960, a year before committing suicide in the United States.

(10th photo)

But the best moment of this journey was still to come...

Before this trip to Cuba comes to reality, several times, in my spare time, I had looked at the book and thought of the cities it saw and the wonderful people it met. However, I felt that this tour of the world had not been complete yet. I felt it lacked the signature of a great vernian, a man who taught me so much about Verne -besides Carlos Patricio-, through his magazine, Mundo Verne, which - by the way- I am proud to collaborate with. This man deserved to have his name alongside those of other recognized names in the vernian world.

(11th & 12th photo)

At this time I guess everyone surely knows of whom I speak about. His name: Ariel Perez.

I have asked my parents at the time they were leaving Portugal, to make every possible effort to meet this vernian in the city where he lives. Despite some difficulties, the long-awaited meeting took place in Santa Clara, Ariel’s homeland, on September 8, 2009.

Santa Clara was founded on July 15, 1689 by a group of inhabitants of Remedios, a coastal city in Cuba, who had settled on the coast to be safe from attack by pirates. It is now known as the "city of the heroic guerrilla". There, in 1958, took place the last battle of the struggle of the guerrillas led by Che Guevara, which ended the dictatorship of Batista.

The meeting point was set in the area of the Che Guevara Memorial in the Revolution Square.

(13th photo)

This monument was built to commemorate the 30th anniversary of the battle, and it is dominated by an imposing bronze statue of Che with his arm in a sling (he had broken in the battle before the latter), and below, one can see a bas-relief representing scenes from the battle, and the record of the historic words he wrote in his farewell letter before leaving for Bolivia. Under the monument there is a museum displaying the personal effects of the guerrilla. A more recent construction in this area, one can view the memorial space as a reminiscent of Che and his 38 battle mates found in Bolivia thirty years after his death. They were all taken to Cuba in 1997.

(14th photo)

For now, this is the new tribute to Jules Verne with big words of thanks to Ariel and my parents for helping me to achieve my wish.
And also a special kiss of congratulations to my parents because of the 27 anniversary of their marriage which they celebrated in Cuba on September, 18.

(15th photo)

Follow the journey around the world using Google-Earth.

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O meu obrigado ao Edmar Guirra, pela tradução para o francês, e ao Ariel Pérez, pela tradução para o castelhano e inglês,

2 comentários:

Carlos Patrício disse...

Mais uma bela viagem de nosso livro andarilho. Nem Phileas Fogg viajou tanto!

Merecida homenagem ao grande editor da revista Mundo Verne, Ariel Peréz.
Muito bem lembrado, Fred.
Estava a faltar a assinatura dele naquela página já famosa (e a foto ficou ótima!)

Meus respeitos a seus pais, que são muito simpáticos. Agradeça mais uma vez a eles em nome de todos os vernianos espalhados pelo planeta. E viva Verne!

Susana disse...

Gostei da breve descrição que fizeste a cada um dos sitios em que a foto foi tirada.Pois além de vermos as fotos, ficamos a saber um pouco sobre esses lugares.
Acho que foi uma boa ideia,teres pedido aos teus pais para levarem o livro e tambem o facto de se terem encontrado com o Ariel que apesar de nunca ter falado com ele, pelo que falas parace ser uma pessoa simpatica. E pela revista que traduzes com o Carlos, nota-se que o Ariel é também um grande fã de Júlio Verne.
Dou te mais uma vez os Parabéns pela ideia que tiveste, não só desta viagem em especial, mas da outra grande viagem que o livro fez.

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