quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

"Michel Strogoff" em DVD

Finalmente em DVD a obra "Michel Strogoff" baseada numa obra de Júlio Verne com o mesmo nome.

Sinopse: O Comandante Michel Strogoff é incumbido pelo Czar Alexandre II de uma perigosa missão: atravessar 5.000 km de regiões hostis para chegar a Irkoutsk, onde o irmão do Czar está ameaçado pelos rebeldes.

Assim começam as aventuras de Michel Strogoff, a personagem criada por Júlio Verne.

CONTEÚDO: 3 DISCOS, 7 EPISÓDIOS: A Missão do Correio do Czar , A Perigosa Travessia, Strogoff é Perseguido pelos Tártaros, A Rendição dos Tártaros , A Punição, A Fuga, Missão Cumprida

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Exposição “Ciência e Ficção: As Viagens Extraordinárias de Júlio Verne”

A Exposição “Ciência e Ficção: As Viagens Extraordinárias de Júlio Verne”, que assinala o centenário da morte do autor francês, está patente ao público, na Biblioteca Pública Municipal do Porto, desde o dia 16 de Janeiro.



Trata-se de uma mostra bibliográfica que contempla a quase totalidade dos 62 títulos das chamadas “Viagens Extraordinárias”, produzidas ao longo da vida pelo genial escritor.
À volta da Lua”, “Miguel Strogoff”, “Matias Sandorff“ ou “A volta ao mundo em 80 dias”, porventura a obra mais conhecida de Júlio Verne, são alguns dos títulos que podem ser apreciados, nas mais variadas e inúmeras edições publicadas em português, desde o século XIX até aos nossos dias.

A exposição, integrada no biénio (2005-2006) de comemorações do 1º centenário da morte de Júlio Verne, pretende não só homenagear a memória de um autor de vanguarda, mas de igual modo dar a conhecer o vasto fundo bibliográfico "verniano" da Biblioteca do Porto.

A mostra, que conta com factores paralelos de dinamização e animação, pôde ser visitada até ao dia 24 de Fevereiro de 2006.

Aqui vos deixo algumas fotos da exposição:












Fotos com autorização da Biblioteca do Porto.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

O Farol do Fim do Mundo (1901, 1905)


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Sinopse:

Júlio Verne continua a estar nas boas graças dos leitores. (...) "Se Júlio Verne ainda é legível, isso deve-se à força mítica das suas histórias." Não admira, pois, o interesse que suscitou a descoberta de inéditos seus, nos anos 80. Para lá da ponta da Terra do Fogo, "no fim do mundo", onde se cruzam as águas de dois oceanos, o Atlântico e o Pacífico, existe uma ilha onde um farol, com três guardas encarregados de zelar pelo seu funcionamento, impede que os navios se despedacem nos recifes. Mas nessa região desabitada sobrevive um bando de piratas, ladrões de salvados, provocadores de naufrágios, assassinos sem contemplações que assaltam as embarcações nas margens inóspitas daquela ilha. Um dia o bando de Kongre chega a assassinar dois dos guardiões. O terceiro, o velho Vasquez, consegue fugir e recolhe um americano, John Davis, cujo navio foi presa de bandidos. Eles lutarão juntos contra o mal, encarnado por Kongre, esperando o reforço da armada. Trágico relato, este drama ocorreu em 1860, após a construção do primeiro farol da ilha dos estados.

Para quem quiser conhecer um pouco mais a obra, aconselha-se a leitura do artigo O farol que ilumina o fim do Mundo da revista Mundo Verne nº2.  

A Caça ao Meteoro (1901, 1986)


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Sinopse:

Escrito em 1898 mas publicado em 1908 depois da morte do autor, "A Caça ao Meteoro" descreve, de certa maneira humorística e fantasista, a lamentável rivalidade de dois astrónomos amadores para se tornarem os legítimos possuidores de uma esfera de ouro surgida no espaço. Desta caça, cómica e cósmica, os rivais saem derrotados, perdendo o seu lugar de descobridores do bólide. Observação celeste, sobre o qual Verne ironiza ao relembrar a verdade de Brillat-Savarin: «A descoberta de um novo prato culinário faz mais pela felicidade da humanidade do que a descoberta de uma estrela!»


Poderá ler aqui no blog uma crítica de Carlos Patrício sobre esta obra.

A Invasão do Mar (1902, 1905)


No centenário da morte de Júlio Verne (1828-1905), a Antígona lança um romance que não se encontra certamente entre os mais conhecidos. A Invasão do Mar, editado em 1905, é, no entanto, a última obra que o escritor reviu antes de morrer, no dia 24 de Março do mesmo ano. Na realidade, o manuscrito denominava-se O Mar Sariano, e o título pelo qual Verne premonitoriamente optou evoca a catástrofe, a devastação, a morte, colocando assim a narrativa sob o signo de uma fatalidade anunciada.

Contribua com a sua opinião acerca desta obra!

Poderá ler aqui no blog uma crítica escrita por Jorge Candeias sobre esta obra.

O Segredo de Wilhelm Storitz (1901, 1985) - Versão de Júlio Verne


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Sinopse:

Este livro, o último escrito por Júlio Verne (apenas 19 dias antes da sua morte), é pela primeira vez publicado na sua versão original sem a intervenção do filho, Michel Verne, que lhe alterou significativamente o conteúdo. Trata-se de um romance fantástico, em que se conta a história dramática de Wilhelm Storitz, um ser diabólico e amargo, que jura vingar-se da afronta da família Roderich, ao recusar-lhe a mão da sua belíssima herdeira, Myra. Aprendiz das grandes experiências científicas do seu pai, terá Storitz encontrado o segredo da invisibilidade? Tendo por pano de fundo os cenários enigmáticos da Hungria Meridional, O Segredo de Wilhelm Storitz revela-se uma aventura sobre as fronteiras da própria condição humana.

O Vulcão de Ouro (1899-1900, 1989)


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Sinopse:

É o tempo heróico da febre de ouro. Mineiros e bandidos percorrem as paisagens agrestes da região norte do Canadá à procura da utopia dourada. Dois primos oriundos de Montreal atravessam montanhas, lagos e rios unidos pela mesma vontade de conquista e pela miragem de uma riqueza sem limites. Romance de acção vertiginosa e espectaculares surpresas, "O Vulcão de Ouro" surgiu já depois da morte do autor numa versão do filho, Michel Verne, que adulterava gravemente o original. Na sequência da descoberta do manuscrito pela Sociedade Júlio Verne, temos agora a possibilidade de o conhecer na versão original, com todo o seu fulgor e imaginação prodigiosa.

Um Padre em 1839 (1846-47, 1992)


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Sinopse:

"Um Padre em 1839" é o primeiro romance escrito por Júlio Verne, contava o autor 19 anos. Terá sido esta a razão por esta obra ter grande influência do escritor Victor Hugo. Uma bruxa, um assassino e um padre maldito são, aqui, os peões do mal face à inocência de uma jovem ajudada por um improvisado detective, Jules Deguay, cuja grande missão é descobrir assassinos impunes, vingar a morte de suas vítimas e agitar os hábitos cúmplices de um polícia e da Justiça. Como geralmente acontece com os primeiros romances, também este regista uma importante componente autobiográfica. Este é um dos "livros póstumos" de Verne lançados por seu filho, Michel. Pouco depois da morte do pai, Michel Verne anunciou a existência de vários manuscritos inéditos, alguns já totalmente escritos e em fase de revisão - é sabido que Verne nunca se satisfazia com seus rascunhos antes da quarta ou quinta prova - e outros ainda inacabados (como é o caso). Vários livros publicados nessa época têm, verdadeiramente o "toque" do mestre, como "A Invasão do Mar", "O Farol no Fim do Mundo" . Outros causaram polémica, sendo Michel acusado de escrever ou reescrever sobre um rascunho inicial pouco desenvolvido (ou mesmo de inventar a história toda).

O Segredo de Wilhelm Storitz (1901, 1985) - Versão de Michel Verne


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Sinopse:

Trata-se de um romance fantástico, em que se conta a história dramática de Wilhelm Storitz, um ser diabólico e amargo, que jura vingar-se da afronta da família Roderich, ao recusar-lhe a mão da sua belíssima herdeira, Myra.

Este livro, publicado pela Europa-América teve a intervenção do filho, Michel Verne, que lhe alterou significativamente o conteúdo depois da morte de seu pai. Existe este livro, sem as modificações de Michel, lançado pela Editorial Notícias. Porém, as ilustrações são as mesmas.

"Chamo-me...Júlio Verne" de Jordi Cabré


Sinopse:

Esse livro é uma biografia disfarçada de "auto-biografia" e começa assim, - «Chamo-me...Júlio Verne. Quem não gostaria de dar um passeio na Lua? O viajar de submarino? Ou fazer uma grande viagem à volta do mundo? Todos nós gostaríamos, vocês e eu próprio. contudo, existe uma diferença importante: vocês podem-no fazer. Eu, por minha vez, tive de o imaginar. Chamo-me Júlio Verne, fui escritor e, para muitos, o inventor da ficção cientifica». No final, o livro da didáctica editora, inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da história, da Ciência/Tecnologia e das Artes/Cultura.

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