O cinema está a perder espectadores. Os bilhetes estão a ficar caros e as pipocas ainda mais. É daí que surgiu o Home Cinema, que é nada mais, nada menos que um espaço numa casa dedicado a filmes. Dito por outras formas, uma sala de cinema particular para partilhar com familiares e amigos.
Ora muita gente prefere dar um estilo muito agradável a esta sala ficando com um Home Cinema único e bastante original. Foi o que alguns fizeram. A inspiração surgiu naturalmente das grandes produções de cinema e tornaram este local um espectacular cenário para assistir aos filmes. Até fizeram um TOP 10!
Mas deixo-vos apenas o 8º lugar (para mim logicamente que ficaria em 1º) nesta lista de fantásticos Home Cinemas:
Pois é, trata-se de um Home Cinema baseado no submarino de 20.000 léguas submarinas de Júlio Verne.
A sala é toda decorada com painéis, pilares, molduras e portinholas. A forma como a sala foi desenvolvida traz uma experiência acústica diferente ao local.
Deixo o Top10 e mais informações (em inglês) da elaboração desta sala.
Mais recentemente, Dean Johnstone criou um home-cinema também baseado no Nautilus do Capitão Nemo, talvez abandonado. Esta sala, com autifalantes que emitem sons de radar e do mar quando não há sessão de cinema, custou 100,000 dolares.
Livremente adaptado da obra de Júlio Verne, o espetáculo A volta ao Mundo em 80 Dias estará de volta a São Paulo (Brasil), mais propriamente ao Teatro Polytheama em Judiaí. Com direção de Carla Candiotto, a peça “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, da Cia Solas de Vento é promovida pela secretaria do Estado da Cultura, por meio do Proac (Programa de Ação Cultural), em parceria com a secretaria Municipal de Cultura. O espetáculo será no próximo domingo, dia 19, na sala Deolinda Copelli às 16 horas.
A extraordinária aventura de Mr. Fog, um apaixonado por geografia e Passepartout, um francês muito criativo, tem inicio quando Mr. Fog decide dar a volta ao Mundo em 80 dias. Mas eles não contam com a aparição do misterioso Mr. Fix, que durante toda a trama surge de forma inusitada para atrapalhar a viagem dos dois aventureiros.
É dada a partida para uma grande viagem repleta de peripécias, na qual a dupla corre contra o tempo e contra as armadilhas provocadas por Mr. Fix. A historia é contada por dois atores que, para dar vida a todos os personagens, utilizam técnicas acrobáticas, dança e comédia.
O espetáculo
O enredo é baseado na obra literária do Júlio Verne e é composto pela alternância de cenas cômicas e momentos imagéticos. Como num jogo de Tangram, os dois atores manipulam peças de ferro para construir os diversos lugares e transportes usados na viagem. A encenação utiliza também câmeras de vídeo e projeção ao vivo para criar imagens inusitadas e trazer uma dimensão fantástica aos episódios da historia. A peça “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é um convite para levar o espectador a uma jornada cheia de surpresas e revisitar o mundo de forma lúdica.
Os ingressos, distribuídos gratuitamente, podem ser retirados a partir das 13 horas, nas bilheterias do Teatro Polytheama.
Serviço “A Volta ao Mundo em 80 Dias” Data: Domingo, 19 de agosto de 2012 Horário: 16 horas Local: Sala Deolinda Copelli – Teatro Polytheama Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro Entrada: gratuita – ingressos distribuídos a partir das 13 horas Duração: 65 minutos Classificação etária: recomendado a partir de 4 anos
A foto mostra o ator Mouhamed Harfouch caracterizado como Capitão Nemo. Ele ensaia a peça teatral ‘‘20.000 léguas submarinas — Algumas aventuras”, uma adaptação da obra de Jules Verne escrita por Fátima Valença.
A estreia será dia 11 de agosto no Teatro Oi Casagrande, no Leblon, Rio de Janeiro (Brasil). No elenco da peça ainda estão Erom Cordeiro, Augusto Madeira e Alexandre Dantas.
A clássica obra literária 20.000 Léguas Submarinas, de Júlio Verne, será adaptada para os quadrinhos pelos autores João Marcos e Will. A história apresenta o misterioso Capitão Nemo e seu fantástico submarino Náutilus.
A previsão de lançamento é para agosto deste ano, pela brasileira Editora Nemo, que tem feito um trabalho primoroso na publicação de quadrinhos, e que pertence ao grupo Autêntica.
"Não recomendaria aos outros que procedessem da mesma maneira. Creio que cada qual trabalha a seu modo, sabendo instintivamente qual seria o melhor método. Pois bem: de início estabeleço as grandes linhas do romance. Jamais começo um livro sem saber o começo, meio e fim. Até agora tive a sorte de ter sempre em mente não apenas um, mas uma meia dúzia de projectos bem determinados. Terminando o trabalho preliminar, estabeleço um plano de capítulos, começando então a verdadeira escrita da primeira versão a lápis, deixando uma margem de meia página para as correcções. Depois releio tudo e reescrevo a tinta. Acho que o meu trabalho verdadeiro começa com a primeira colecção de prova, quando não apenas corrijo cada frase, como também reescrevo capítulos inteiros. Parece-me que não domino o tema senão quando vejo o trabalho impresso. Felizmente o meu editor concede-me todo o espaço para as correcções e frequentemente chego a ler oito ou nove provas. Invejo, mas não quero imitar, aqueles que não vêem motivos para modificar ou acrescentar uma só palavra desde o capítulo primeiro até à palavra fim."
Extraído de: COMPERE, Daniel; MARGOT, Jean-Michel. Entretiens avec Jules Verne, Paris: Editions Slatikine, 1999
Quantas vezes já disse "Só me apetece fugir, ficar longe de qualquer pessoa"? Pois bem, esse local existe.
Se algum dia quiser ficar o mais longe possível da civilização (mas sem sair do planeta), anote estas coordenadas: 48°52.6′ sul, 123°23.6′ oeste. Com elas encontrará o Ponto Nemo, o local mais distante de qualquer continente ou ilha.
O nome é uma referência ao Capitão Nemo, do clássico Vinte Mil Léguas Submarinas, que significa ninguém. Levando em conta a infinidade de ilhas que existem espalhadas pelo oceano e os contornos irregulares dos continentes, encontrar o Ponto Nemo foi uma verdadeira façanha, que só foi concretizada em 1992.
Naquele ano, o engenheiro e pesquisador Hrvoje Lukatela usou um programa de computador geospacial que ele mesmo havia criado, o Hipparchus, para localizar o ponto. Depois de muitos cálculos, descobriu que fica no sul do Oceano Pacífico, a 2.688 Km de um grupo de três ilhas (Duci, Motu Nui e Maher).
Por ser tão remoto, provavelmente nunca foi visitado por alguém. Alguém iria?